quarta-feira, 28 de março de 2012

Alexandre Barros



















Alexandre Barros, ou Alex Barros, (São Paulo, 18 de outubro de 1970) é um piloto brasileiro de motociclismo.

Alex Barros começou a correr no campeonato brasileiro em 1978, aos 8 anos de idade, na classe ciclomotor. Em sua segunda temporada , ele conquistou o título nesta categoria, bem como em 1980. Em 1981, Alex Barros foi campeão brasileiro das 50 cc. Sua carreira 125cc começou em 1982, quando  terminou a temporada em 4 º lugar, conquistando o vice-campeonato nacional em 1983.

Alex Barros subiu  para as 250 cc no ano de  1984,  ganhando o campeonato brasileiro de 250cc em 1985. Em 1986 e 1987, Barros estreou no campeonato mundial na classe 80 cc, terminando em 16º lugar.  Em 1988, correu o latino-americano de  250cc com  Yamaha, e terminou a temporada no 3 º lugar geral. Em 1989, Alex Barros competiu no  mundial de 250 cc com  Yamaha, terminando sua primeira  temporada em 18º no ranking.

Alex Barros  foi contratado como piloto de fábrica da Cagiva no mundial de 500 cc   em 1990, e ficou na equipe oficial  três temporadas, terminando em 12 º, 13º  e 12º, tendo por companheiros Randy Mamola (1990) e  dois anos como  companheiro de equipe o tetracampeão mundial  Eddie Lawson.

Em 1993 ele mudou-se  para a equipe oficial Suzuki , obtendo sua primeira vitória no mesmo ano, terminando em sexto lugar na temporada, vencida por seu companheiro de equipe Kevin Schwantz. Barros ficou mais uma temporada com a Suzuki para terminar  em oitavo na classificação geral da principal categoria do mundial.

Em 1995 Barros foi para a Honda, onde enfrentou  problemas constantes com falta de patrocínios. Ainda assim,  terminou 5 temporadas em 7º, 4º, 9º, 5º e 9º respectivamente.

No ano de 2000 Alex Barros transferiu-se para a equipe privada do ex-bicampeão das 250 cc  Sito Pons, onde terminou  4 º em 2000, 2001 e 2002, obtendo cinco vitórias.

Depois de vencer logo na estréia com a  Honda RC-211V, na Malásia e fechar a temporada 2002 com uma vitória sensacional sobre Valentino Rossi em Valência,  Alex Barros passou a ser um dos mais cotados para brigar pelo título mundial do ano seguinte.

Depois de receber várias propostas, o brasileiro decidiu ir para a Yamaha, mas a estréia, no GP do Japão,  foi trágica, um tombo quase o tirou da corrida, que foi marcada pelo acidente fatal do ex-campeão das 250 cc Daijiro Kato.  Barros  teve problemas  durante toda a temporada e terminou em nono no campeonato.

Em 2004 Alex voltou para a Honda, dessa vez  na  equipe de fábrica. Muito se esperava de Barros nesta temporada, mas ele conseguiu apenas quatro pódios,  três de terceiro lugar: Espanha, Portugal e Malásia, e um de  segundo, na Alemanha. No final da temporada 2004, Barros foi quarto na classificação geral com 165 pontos.

Barros mais uma vez mudou de equipe, voltando para a Pons Honda, com apoio dos cigarros  Camel. A temporada 2005 não foi ruim para Alex Barros, que ele terminou a primeira corrida em Sepang, Malásia com o  4 º lugar, e venceu a prova seguinte, no Estoril  em Portugal. Apesar do começo promissor , Alex voltaria ao pódio apenas mais uma vez, em Donington Park,  Inglaterra, terminando a a temporada 2005 em 8 º lugar, com  147 pontos.

Sem contrato para a MotoGP, Alex Barros ele mudou para o Mundial de Superbike (SBK),  com  a Klafi Honda Team. Mesmo em uma equipe pequena,  ele mostrou grande desempenho em sua temporada de estréia na série Superbike, chegando ao pódio (2 º e 3 º lugar) logo na segunda rodada, no circuito de Phillip Island, Austrália. Mais dois segundos lugares em Itália e San Marino, e  a vitória na 1ª bateria  e segundo lugar na 2ª bateria em Ímola.

Os bons resultados na SBK foram o passaporte para o retorno à MotoGP, pela equipe privada Pramac Ducati, ao lado do alemão Alex Hoffmann. A falta de verba prejudicou o desempenho do brasileiro, que teve como melhor resultado um 3º lugar na Itália, primeiro e único pódio da equipe em 2007.

No final do ano, com poucas perspectivas, Alex se retirou das pistas, voltando a residir no Brasil. Atualmente ele compete na Porsche GT3 Challenge Cup (venceu a última corrida, dia 17 de outubro em Curitiba, PR)  e coordena um curso de pilotagem com apoio da BMW.

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